ARTE
Moscou está um pouco mais brasileira. Tudo porque o artista plástico carioca Eduardo Coimbra inaugurou sua instalação “Nuvem” na Ponte Kuznetsk, um dos pontos de maior movimento da capital russa . A obra, que já foi mostrada na Praça Charles Miller, em São Paulo (2012), e no Paço Imperial, no Rio de Janeiro (2008), tem cinco enormes caixas de luz – medindo 4,7m por 4,7 m – que contém imagens fotográficas de nuvens em suas faces maiores. A instalação, que parte do projeto LEXUS. Hybrid Art, movimenta a paisagem urbana e convida pedestres e a reinterpretar o céu.
A nova aposta da arte contemporânea
ARTE

A galeria londrina White Cube está com um projeto fantástico – Inside the White Cube. Investem em novos nomes da arte contemporânea, criando exposições paralelas à da galeria. O nome da vez foi o artista Eddie Peake, que vive e trabalha em Londres. Depois de diversas exposições, chegou em umas das maiores galerias do mundo. E mais, sua exposição foi um sucesso enorme, o que garantiu espaço fixo dentro da coleção da White Cube. Uma grande aposta para a arte contemporânea , sem falar que o trabalho dele é fantástico e curioso, provocando dúvidas no espectador, que está muitas vezes refletido em suas obras espelhadas.
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![]() Vik Muniz na Nara Roesler |
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ARTE
Vik Muniz inaugurou semana passada em São Paulo, a sua primeira mostra na galeria Nara Roesler, espaço que passou a representá-lo no Brasil desde o ano passado. Espelhos de papel, a nova exposição, apresentará onze obras inéditas que pertencem à série Pictures of Magazine 2, na qual o artista vem trabalhando nos últimos dois anos.
Tendo mais uma vez a fotografia como objeto final de sua produção, Vik volta a se apropriar dos fragmentos de revistas. Agora, no lugar dos pequenos discos regulares da série de 2003 (Pictures of Magazine), ele utiliza papéis rasgados, criteriosamente escolhidos a partir de imagens de publicações variadas. “Elas precisam ser rasgadas para parecerem mais acidentais, como se tivessem caído ali como confetes”, diz ele sobre o processo de colagens.
Vik Muniz joga com os limites da representação, recompondo imagens de obras referenciais que já fazem parte do repertório visual do espectador. A série atual parte do constante interesse do artista pelas ilusões de ótica e pelas brincadeiras, que ele diz explorar igualmente a sério. Vik conta que em visitas a museus observou que os espectadores, às vezes, se moviam para frente e para trás, numa espécie de transe, enquanto exploravam a fronteira mágica entre conceito e objeto. Para ele, justo nesse ponto de transição dá-se o encontro que considera o sublime em arte: “Esses são os momentos que contêm em sua transcendência a própria natureza da representação”.
O conjunto de fotografias digitais C-print em grandes formatos, que constitui a montagem da Galeria Nara Roesler, foi selecionado pelo próprio Vik Muniz. A mostra Espelhos de papel inclui composições a partir das pinturas de Claude Monet (Vaso de flores), Gustave Coubert (A origem do mundo), Willem de Kooning (Mulher e bicicleta) e Wilhelm Eckersberg (Modelo feminino em frente ao espelho), entre outras. Os trabalhos foram produzidos nos estúdios do Brooklyn, em Nova York, e da Gávea, Rio de Janeiro, cidades entre as quais o artista se divide atualmente.
Onde? Av. Europa, 655 – Pinheiros
Quando? 02.04 – 11.05.2013
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A exposição ‘O gesto e o Signo’ é a primeira mostra coletiva da galeria londrina White Cube em SP. Nomes como Damien Hirst, Mark Bradford e o brasileiro Daniel Senise são alguns dos grandes artistas que participam da mostra. O ponto de encontro nas obras dos artistas escolhidos são aspectos pictóricos de abstração lírica, ou seja, a forma não importa a técnica, como o artista reage com o acaso por meio da intuição. O foco da exposição é valorizar o gesto, o signo e o material utilizado na obra de arte. É possível observar que as “técnicas” utilizadas por cada artista para enfrentar o acaso são diferentes. No caso do americano Mark Bradford, o artista que mais chamou a nossa atenção, aplica a abstração como meio de observar um mundo que sofre constantes mudanças, assim cria a sua obra com cartezes e papéis que encontra perto de sua rua em LA, o trabalho é extraordinário!
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Como havíamos comentado aqui, este sábado aconteceu a performance Corpo de Secretas, do artista Lourival Cuquinha, na Galeria Baró, que por sinal foi um sucesso absoluto, super interativa e inovadora. No período da tarde foi aberta ao público, mas a noite foi um evento super bacana, privado. O Go Art mostra pra vocês um pouco do que rolou por alí e quem passou.
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Comemorando o encerrando da semana da SP-Arte e a exposição Territórios e Capital: extinções, a Baró Galeria promove, às 17h hoje, a performance Corpo de Secretas, do artista Lourival Cuquinha. Já realizada em Portugal e na Alemanha, poderá ser vista pela primeira vez no Brasil na sede da galeria (rua Barra Funda, 216). A ação consiste em uma roda de capoeira na qual os integrantes jogam fardados de policiais. “A ideia surgiu durante um show em que policiais encaravam a plateia muito sérios. Comecei a imaginá-los jogando capoeira. Fui pesquisar e descobri que no Brasil Império existiu uma polícia paralela de capoeiras, o Corpo de Secretas, que era ativada pela polícia oficial quando necessário”, conta o artista. A performance é aberta ao público e será seguida de discotecagem assinada pelo artista britânico Toby Christian, que abre exposição na Baró no dia 27/4.
Performance Corpo de Secretas (Lourival Cuquinha) + discotecagem do artista Toby Christian
(evento aberto ao público)
Quando: sábado 6/4, às 17h
Exposição: Territórios e capital: extinções
Quando: até 6/4
Horário de visitação: 11h às 19h (terça a sexta); 11h às 18h (sábados)
Entrada gratuita
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Hoje o apelo mudou de mais amor para mais cor na cidade de São Paulo, por favor ! O google criou uma ferramenta com mapas que encontra pontos de arte urbana por SP no “Quero Pintar”,além de também permitir que as pessoas cadastrem espaços disponíveis para serem cobertos por arte no “quero doar um espaço”. O nome dessa ferramenta mágica? “Color + City” (acesse aqui), no ar desde a semana passada.
O Brasil como sempre falamos é um grande polo mundial de arte urbana, assim tendo diferentes artistas muito talentosos, e muitos acabam não recebendo o devido reconhecimento, pelo simples fato de não serem vistos, o projeto vai inserir todos os artistas de rua de forma igual. E então, quem idealizou o projeto? Líderes do coletivo de artistas, Gabriel Pinheiro e Victor Garcia, parceiros do Catraca Livre e o Projeto Quixote, “que integrará jovens artistas dentro do Color+City como agente transformador social”.
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Tilda Swinton vem dando o que falar esta semana quando surpreendeu os visitantes com sua live perfomance “The Maybe”, no MoMA, NYC, a qual o museu vem trabalhando durante 7 anos seguidos. A performance original aconteceu em 1995 na Serpentine Gallery ,Londres, com a colaboração da artista Cornelia Parker, logo depois Swinton foi para Roma e Paris , mas desta vez sem Parker.
Sua primeira aparição no MoMA foi num colchão dentro de uma caixa, esta e outras cenas se repetirão ao longo de dias imprevisíveis durante o ano todo . Mesmo o staff do museu não sabe quando a performance vai acontecer até a Tilda Swinton aparecer. Super cool! Quem estiver por Nova York não pode perder.
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65 artistas, 9 painéis e mais de 120 obras soltas até agora é o número que se tem desde que o projeto de intervenção ali no Parque da Juventude,SP, começou a ser feito. A ideia é de se fazer uma curadoria de arte dentro dos equipamentos públicos do estado e da prefeitura, a começar pelos parques estaduais e municipais. A idéia é que todos possam participar, seja ele artista ou não. Thiago Bender , curador do projeto diz “O interessado pode ser um cidadão comum e poderá executar a obra desde que comprovado a capacidade, a qualidade e os requisitos mínimos do trabalho a ser realizado” o que acaba levando uma integração muito maior das pessoas com o espaço público. O Go Art aprova e incentiva a iniciativa. Quem sabe você não descobre o artista dentro de você?
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A rua é a maior Galeria de Arte do Mundo
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Artista francês denominado o maior ativista urbano – JR mantêm seu nome quase anônimo diante do público por isso o pseudônimo JR. O artista começou espalhando suas fotos gigantescas pelas ruas de Paris entre 2004 e 2006 , depois disso fez a série mais incrível de fotografias já vista – Women are Heroes feitas na África, Brasil, Kenya, Sudão, Serra Leoa, Cambodia e Libéria. A proposta do seu trabalho envolve muito os moradores do lugar criando uma relação da arte com a sociedade. Women are Heroes foi feita em 2009, faz um pouco de tempo, mas o Go Art adora, resolvemos mostrar pra vocês, pois mostra a importância da mulher na sociedade, essa que muitas vezes é vítima de guerra, estupro, crimes. Linda homenagem de JR. Nas favelas ao redor do mundo os telhados, escadas, automóveis, são cobertos por faces e olhos de mulheres do Kibera, Kenya, a maioria delas ganhou sua foto em seus telhados, o mais interessante é que além da foto dar vida às favelas, ela protege as telhas das chuvas devido ao material usado. Trabalho lindo e forte, colocando mais alegria em lugares que muitas vezes passam a sensação de tristeza.






























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